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Crédito malparado pressiona 70% das empresas portuguesas em 2025

  • Novembro 21, 2025
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O impacto do crédito malparado continua a ser uma das maiores ameaças à estabilidade financeira das empresas em Portugal.

 

Segundo o Estudo de Gestão do Risco de Crédito em Portugal, promovido pela Crédito y Caución e pela Iberinform, 70% das empresas portuguesas afirmam sofrer consequências negativas dos atrasos de pagamento nas suas demonstrações de resultados. Ainda mais preocupante, 11% admitem correr risco de encerramento devido ao aumento dos incumprimentos.

Atrasos de pagamento elevam custos e travam crescimento

Os atrasos nos pagamentos não afetam apenas a liquidez: geram uma cadeia de impactos negativos que se estende à operação e ao crescimento das empresas. Entre os principais efeitos identificados no estudo:

  • 38% das empresas enfrentam custos financeiros mais elevados;
  • 34% tiveram de abrandar a expansão comercial;
  • 33% foram obrigadas a limitar novos investimentos;
  • 29% sofreram perdas de receitas significativas.

Este ambiente cria pressões acrescidas sobretudo nas empresas de menor dimensão, que têm menor capacidade de absorver atrasos prolongados.

A matemática dura do incumprimento

O estudo destaca uma realidade frequentemente subestimada: em caso de incumprimento, a empresa perde o valor correspondente aos custos de produção do bem ou serviço vendido.

Quanto mais reduzida for a margem de lucro, maior é o impacto.
O exemplo é elucidativo: uma empresa com margem comercial de 10%, que sofra um incumprimento de 10.000 €, terá de gerar 100.000 € em novas vendas com clientes solventes para compensar os 9.000 € de custos de produção que não foram recuperados.

Num contexto de margens mais apertadas, influenciadas pelo aumento dos custos de produção e pela subida das taxas de juro, este tipo de perda torna-se ainda mais crítico.

A importância de uma gestão ativa do risco de crédito

Com o atual cenário económico, caracterizado por maior volatilidade e custos financeiros elevados, gerir adequadamente o risco de incumprimento deixou de ser apenas um processo administrativo. Tornou-se uma necessidade vital para manter a competitividade e garantir a continuidade operacional.

O estudo reforça que as empresas que adotam mecanismos de controlo e prevenção, como políticas internas de avaliação de crédito, limites de exposição ou ferramentas externas de apoio, conseguem mitigar parte das tensões de tesouraria e evitar perdas que podem comprometer o futuro do negócio.

 

Leia também:

    • Dívidas de Cobrança Duvidosa: como gerir e proteger a tesouraria da sua empresa
    • Risco de Crédito: Como avaliar a solvabilidade dos seus clientes
O primeiro semestre de 2024 trouxe dados reveladores sobre a atividade empresarial em Portugal. Analisar os indicadores de constituições, dissoluções e insolvências de empresas é crucial para entender o cenário económico atual. Esta análise sublinha a importância dos seguros de crédito na proteção financeira das empresas.

O impacto do crédito malparado continua a ser uma das maiores ameaças à estabilidade financeira das empresas em Portugal.

 

Segundo o Estudo de Gestão do Risco de Crédito em Portugal, promovido pela Crédito y Caución e pela Iberinform, 70% das empresas portuguesas afirmam sofrer consequências negativas dos atrasos de pagamento nas suas demonstrações de resultados. Ainda mais preocupante, 11% admitem correr risco de encerramento devido ao aumento dos incumprimentos.

Atrasos de pagamento elevam custos e travam crescimento

Os atrasos nos pagamentos não afetam apenas a liquidez: geram uma cadeia de impactos negativos que se estende à operação e ao crescimento das empresas. Entre os principais efeitos identificados no estudo:

  • 38% das empresas enfrentam custos financeiros mais elevados;
  • 34% tiveram de abrandar a expansão comercial;
  • 33% foram obrigadas a limitar novos investimentos;
  • 29% sofreram perdas de receitas significativas.

Este ambiente cria pressões acrescidas sobretudo nas empresas de menor dimensão, que têm menor capacidade de absorver atrasos prolongados.

A matemática dura do incumprimento

O estudo destaca uma realidade frequentemente subestimada: em caso de incumprimento, a empresa perde o valor correspondente aos custos de produção do bem ou serviço vendido.

Quanto mais reduzida for a margem de lucro, maior é o impacto.
O exemplo é elucidativo: uma empresa com margem comercial de 10%, que sofra um incumprimento de 10.000 €, terá de gerar 100.000 € em novas vendas com clientes solventes para compensar os 9.000 € de custos de produção que não foram recuperados.

Num contexto de margens mais apertadas, influenciadas pelo aumento dos custos de produção e pela subida das taxas de juro, este tipo de perda torna-se ainda mais crítico.

A importância de uma gestão ativa do risco de crédito

Com o atual cenário económico, caracterizado por maior volatilidade e custos financeiros elevados, gerir adequadamente o risco de incumprimento deixou de ser apenas um processo administrativo. Tornou-se uma necessidade vital para manter a competitividade e garantir a continuidade operacional.

O estudo reforça que as empresas que adotam mecanismos de controlo e prevenção, como políticas internas de avaliação de crédito, limites de exposição ou ferramentas externas de apoio, conseguem mitigar parte das tensões de tesouraria e evitar perdas que podem comprometer o futuro do negócio.

 

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